sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Imóveis no Rio: metro quadrado subiu 28,8%


(O Globo - Rio de Janeiro/RJ - PRIMEIRO CADERNO - 27/10/2011)
Escassez de lançamentos puxa preços na cidade nos últimos 6 meses, mostra pesquisa do Ibope.

Custódio Coimbra
Wagner Gomes

SÃO PAULO. O preço do metro quadrado dos imóveis residenciais novos subiu 28,8% nos últimos seis meses no Rio de Janeiro. É o que mostra pesquisa divulgada ontem pelo Ibope Inteligência. Segundo o estudo, o preço médio do metro quadrado na cidade passou de R$4.656 em abril para R$6 mil este mês.
Para o diretor de geonegócios do Ibope, Carlos Ruótolo, essa alta se explica pelo fato de ter havido poucos lançamentos na cidade enquanto a demanda cresce, uma combinação que permitiu às construtoras subir os preços. Segundo ele, o problema maior do Rio está na falta de terrenos para a construção de novos prédios, principalmente na Zona Sul.

Reajuste de preço ficou acima da inflação

- Este é um bom ano para o mercado imobiliário no Rio de Janeiro. As vendas cresceram, mas o preço do imóvel também. O reajuste ficou bem acima da inflação. A compra de um imóvel é o desejo de todo mundo, que aproveita o bom momento da economia para fazer um financiamento, mas em algum momento essa alta pode se tornar insustentável - disse.

O presidente do Sindicato da Indústria de Construção Civil do Rio (Sinduscon RJ), Roberto Kauffmann, atribui o aumento de preços ao fato de as construtoras terem lançado imóveis principalmente em locais nobres, o que fez os custos aumentarem. Os terrenos, observou, representam de 8% a 15% dos custos da construção de prédios para a classe média baixa. Já para a classe média alta, o custo do terreno é de até 30%. Em bairros nobres como Ipanema e Leblon, a compra do terreno representa até 50% do custo.
A pesquisa do Ibope Inteligência foi realizada em quatro capitais. Além do Rio, foram levantados os preços em São Paulo, Porto Alegre e Recife. Com a disparada dos últimos seis meses, o preço no Rio se equiparou ao de São Paulo, onde o metro quatro de um imóvel novo hoje custa R$6.019. Em Porto Alegre, o preço é de R$4.501 e em Recife, R$4.074. O levantamento leva em consideração apenas preços de apartamentos. Também foi levantado o preço do imóvel usado. Nesse caso, não houve muita variação no Rio, onde o preço passou de R$5.047 em abril para R$5.106 em outubro: apenas 1,16% a mais.

A pesquisa verificou também grandes variações de preços entre as diferentes regiões da cidade. Enquanto o metro quadrado de um apartamento novo na Zona Sul do Rio custa R$11.673, na Grande Tijuca está em R$5.795 e na Barra e no Recreio, em R$5.518. Na Zona Norte, o preço chegou em outubro a R$3.531 e em Jacarepaguá a R$3.382. O metro quadrado é mais barato na Zona Oeste (R$2.403). Na Tijuca, o preço subiu 32% e na Zona Sul, 20% no período.

Preços salgados também de usados na Zona Sul

A Zona Sul também tem o preço mais caro do usado: R$9.759 o metro quadrado. Em seguida estão Barra e Recreio (R$4.931), centro histórico (R$4.356), Grande Tijuca (R$4.122), Jacarepaguá (R$2.749), Zona Norte (R$2.546) e Zona Oeste (R$2.022).

Segundo o Ibope, o número total de unidades residenciais de ocupação particular no Rio chegou em 2010 a 2,4 milhões. Desse total, 191.732 estavam vagos (o equivalente a 8%). A expectativa é de que 38 mil novas unidades sejam instaladas na capital do Rio este ano.

Preço de imóveis novos em São Paulo cresce 85%


(DCI - São Paulo/SP - SERVIÇOS - 27/10/2011)
AEPB

São Paulo - O preço médio do metro quadrado de imóveis novos na cidade de São Paulo cresceu 85% desde 2009, segundo pesquisa divulgada pelo Ibope Inteligência. A pesquisa, que está em sua terceira edição, incluiu mais três capitais: Rio de Janeiro, Recife e Porto Alegre. Entre abril e outubro, a variação na capital paulista foi de 14%: o índice médio de preço do metro quadrado passou de 162 pontos para 185 pontos. Em valores atualizados, o preço médio do metro quadrado em São Paulo ficou em R$ 6.019.

No mercado de usados, a variação na capital paulista foi de 11%, de 146 pontos para 162 pontos. No Rio de Janeiro o índice médio de preço de imóveis novos avançou 18% entre abril e outubro, para 179 pontos. A mesma variação foi apurada em Recife, cujo índice ficou em 118 pontos. Em valores atualizados, o preço médio do metro quadrado no Rio ficou em R$ 6.000 e em Recife chegou a R$ 4.074. No segmento de usados a capital carioca registrou alta de 19%, e Recife, expansão de 20%.

Em Porto Alegre, a alta do metro quadrado de imóveis novos subiu 11% entre abril e outubro, para 163 pontos. Em valores atualizados, o preço médio do metro quadrado na capital gaúcha ficou em R$ 4.501. No segmento de usados, a cidade registrou alta de 8%, e Recife, expansão de 20%. "Acredito que a tendência é de desacelaração no médio prazo, mas tudo vai depender da economia", disse Antônio Carlos Ruótolo, diretor de Geonegócios do Ibope Inteligência, ressaltando que não vê ainda tendência de acomodação.

Com juro em queda, renda fixa atrai investidores


(Valor Econômico - São Paulo/SP - EU & INVESTIMENTOS Pág. D2 - 27/10/2011)
Por Luciana Monteiro | De São Paulo

A perspectiva de queda da taxa de juros tem levado os investidores a procurar mais, neste mês, os fundos de renda fixa, que podem comprar papéis prefixados ou mesmo que investem em títulos atrelados à variação da inflação.

Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que, em outubro, a categoria já recebeu R$ 6,050 bilhões, até o dia 21. No ano, as carteiras de renda fixa também lideram a captação líquida (aplicações menos resgates) de recursos, com R$ 68,985 bilhões.
Somente na semana passada - quando o Comitê de Política Monetária (Copom) se reuniu e decidiu reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual, para os atuais 11,5% ao ano - outros R$ 2,889 bilhões ingressaram em fundos de renda fixa. Desse total, R$ 546,20 milhões tiveram como destino as carteiras que aplicam em papéis quem pagam a variação da inflação mais uma taxa de juros. Em outubro, os fundos de renda fixa índices captam R$ 1,459 bilhão até o dia 21, enquanto no ano registram entradas de R$ 9,645 bilhões.
O conservadorismo também dá o tom das aplicações neste mês. Os números da Anbima revelam que os fundos curto prazo - aqueles que aplicam em títulos com prazo de até 375 dias - apresentam captação líquida de R$ 4,072 bilhões até o dia 21. No acumulado do ano, esses portfólios registram entradas de R$ 13,872 bilhões. Boa parte dos recursos da categoria está, inclusive, em carteiras classificadas como poder público, que aceitam aplicações somente de Estados e municípios.

Na ponta oposta, os investidores seguem retirando dinheiro dos multimercados (que podem investir em ações, juros, moedas e títulos no exterior). Segundo a Anbima, apenas neste mês, esses portfólios registram resgates líquidos de R$ 3,183 bilhões até o dia 21. No ano, as saídas somam R$ 40,712 bilhões. Vale lembrar, entretanto, que em fevereiro deste ano houve uma migração de recursos, no valor de R$ 28 bilhões, entre fundos antes classificados como multimercados e que passaram a pertencer à classe dos renda fixa.

Entre os multimercados, destaque para a saída de R$ 2,905 bilhões no mês, até dia 21, das carteiras multiestratégia - que podem adotar várias táticas de investimento, sem o compromisso de se dedicar a uma em particular. No ano, essa classe ainda acumula captação líquida de R$ 248,10 milhões.

As carteiras de ações, por sua vez, apresentam captação de R$ 55,19 milhões no mês, mas ainda perdem R$ 833,42 milhões no ano até o dia 21. Já os fundos DI - que aplicam em papéis pós-fixados - registram resgates de R$ 1,280 bilhão em outubro, embora tenham captação acumulada no ano de R$ 4,030 bilhões.
O setor de fundos como um todo recebeu R$ 2,352 bilhões na semana passada. No mês, a captação soma R$ 6,736 bilhões e, no ano, é de R$ 80,407 bilhões, até o dia 21.

Construtora Souza Luna S.A prepara volta ao mercado imobiliário

(Jornal do Commercio - PE - Recife/PE - IMÓVEIS - 27/10/2011)



Empresa está negociando parcerias com investidores de fora do Estado
Viviane Barros Lima

A Construtora Souza Luna S.A. está preparando sua volta ao mercado depois de anos sem lançar novos empreendimentos. A empresa está fechando parceria com construtoras de fora do Estado para investir em projetos inovadores. A Souza Luna S.A. funcionou desde a década de 1950 até 1995, quando suas atividades foram encerradas por motivos familiares. A empresa está em processo de recuperação extra-judicial, nunca faliu e tem negociações com grupos grandes do ramo da construção.

"Estamos negociando com várias empresas para voltar ao mercado. Uma construtora importante como a Souza Luna S.A. não pode ficar de fora do bom momento que vive o setor da construção civil, sobretudo em Pernambuco", explica o presidente da empresa, o advogado Carlos Frederico Vital. A Souza Luna S.A. executou várias obras públicas e de incorporação no Recife (veja lista ao lado) durante o seu funcionamento.

No que se refere ao Edifício Benoni Sá, que começou a ser erguido na Rua do Espinheiro, e cuja estrutura foi adquirida pela Melo Rodrigues, a Souza Luna S.A. participou da obra durante poucos meses. Ao contrário do que foi informado na reportagem da capa do caderno de Imóveis, da última quinta-feira, a obra não foi paralisada por causa da falência da Souza Luna S.A., que como foi dito acima, nunca faliu. A obra foi interrompida no início de 1999.

"A construção não foi para frente por causa dos condôminos que não puderam arcar com as despesas. Mas nunca houve briga entre os proprietários dos apartamentos e os incorporadores", garante Vital. A estrutura do prédio vai virar o Edifício Espinheiro Residence da Melo Rodrigues, que vai aproveitar o projeto original do prédio.

De acordo com Vital, a Souza Luna S.A está para fechar negócio com um grupo grande para realizar obras de peso no setor. "Temos vários projetos que vão surpreender as empresas do meio como incorporações e condomínios de lotes, entre outros", completa.

Crise Mundial Não Afeta o Mercado Imobiliário


Muito se tem especulado a respeito da influência que a crise mundial terá sobre a economia brasileira e, em especial, sobre o nosso mercado imobiliário.
É importante que em momentos de incerteza tenhamos uma visão geral para que possamos tomar decisões mais assertivas. Portanto, seguem algumas considerações:
Frequentemente, a nossa economia tem sido posta à prova. Os resultados industriais e o segmento de serviços vêm demonstrando desaquecimento nos últimos meses. Como reflexo dessa situação, as expectativas da economia também não mantêm os altos patamares que alcançaram na pós-crise de 2008 e os índices de confiança tanto das famílias quanto das empresas apresentam trajetória de queda nos meses mais recentes.
No entanto, o setor imobiliário se destaca diante das incertezas. É um mercado que, historicamente, possui um bom grau de previsibilidade que envolve riscos muito menores quando comparado a outros investimentos e ganha atratividade em um ambiente em que as pessoas estão preocupadas em conservar seu patrimônio.
Nos últimos anos, o mercado de imóveis foi significativamente ajudado pelo aumento da renda da população, pela estabilidade econômica e, principalmente, pelo desenvolvimento do crédito imobiliário. Esse mercado de crédito continua evoluindo e a despeito das preocupações a relação do crédito imobiliário com a proporção do Produto Interno Bruto vem crescendo acima dos outros setores: em julho a evolução foi de 3,5% em relação à junho, enquanto o setor de serviços avançou 1,8% e o de comércio apenas 1,1%. Essa percepção fica mais clara quando a comparamos em uma linha de tempo maior. De acordo com dados do Banco Central, a relação crédito imobiliário/PIB foi de 4,56% em agosto desse ano contra 1,92% no mesmo mês de 2008.
O prognóstico para o mercado de crédito, também, é favorável no médio prazo por conta da tendência de queda da taxa de juros e pela qualidade da regulamentação brasileira que assegura solidez ao processo de expansão.
Considerando o crescimento da rentabilidade dos imóveis, o aumento da demanda por moradia própria e as políticas ativas do governo que atacam tanto o desaquecimento da atividade quanto as condições específicas de financiamento imobiliário , temos um quadro que demonstra razões suficientes para manter o mercado imobiliário em uma posição vantajosa entre as demais opções de investimento.
Ademais, participamos de uma economia que notadamente contou com a demanda interna como um dos principais vetores de crescimento recente e tudo indica que esse rumo será mantido.
Amparado pela certeza de que o investimento em imóveis é o mais seguro, traz alta valorização e rentabilidade, o SECOVI acredita que o mercado imobiliário continuará obtendo ótimos resultados para as empresas que aqui investem!!!
- Secovi-DF – 26/10/11

Mercado Assegura Investimentos no Setor Imobiliário


O Rio Grande do Sul vive um excelente momento no mercado imobiliário. Os negócios no setor continuam em alta. De acordo com o diretor da Colnaghi Imóveis, Paulo Colnaghi, aplicar nesse segmento pode render até 30% de lucro em um ano. “O lucro pode chegar a 30% em um ano para o investidor”, mostra o executivo. Isso porque, explica ele, a demanda é maior que a procura.
O setor costuma apresentar o maior rendimento com o menor risco entre as opções de investimento financeiro. Segundo o gestor da Colnaghi, a rara desvalorização de um bem, as facilidades de acesso ao crédito e o ritmo acelerado dos novos lançamentos na construção civil garantem o bom negócio e atendem uma demanda latente de compra e locação ainda para os próximos dez anos no Brasil.
“A compra e venda de imóveis é um investimento seguro. Com garantias de segurança e rumores de bolhas afastados, o setor imobiliário se mostra como uma alternativa ou complemento às aplicações em bolsa de valores”, completa.
- Vida imobiliária – 27/10/11

Preços de Imóveis em Alta


A tendência de “alta exagerada” nos preços de imóveis, desde 2009, tem se mantido, segundo o diretor de geonegócios do Ibope Inteligência, Antônio Carlos Ruótolo. “O mercado tende a se acomodar, mas isso não ocorreu ainda”, diz Ruótolo. A Pesquisa de Preços de Imóveis Residenciais, realizada pelo Ibope Inteligência, em outubro, apontou preço médio do metro quadrado de imóveis novos.

São Paulo de R$ 6,019 mil;
Rio de Janeiro, de R$ 6 mil;
Porto Alegre, de R$ 4,501 mil;
Recife, de R$ 4,074 mil.

Se considerada a média dos imóveis nos bairros das capitais pesquisadas comparáveis a abril, o valor médio em São Paulo subiu 14%; no Rio de Janeiro, teve alta de 18%; em Recife, elevação de 18%; e, em Porto Alegre, aumentou 11%. Foi registrada queda de preços em alguns bairros de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
- Valor Econômico, 27/10/11

Investimentos Habitacionais Cresceram 785% em Sete Anos


Os investimentos habitacionais no Brasil cresceram 785,7% de 2002 até 2009, ao passar de R$ 7 bilhões para R$ 62 bilhões, segundo análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada ontem. O déficit habitacional brasileiro é de 7,9 milhões de moradias, correspondente a 14,9% do total de domicílios.
O comunicado do órgão ligado à Presidência da República, intitulado “O planejamento da habitação de interesse social no Brasil: desafios e perspectivas”, não traz dados novos, apenas avalia os gastos voltados às moradias de baixo custo entre 2002 até 2009.
O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) aplicava R$ 1,7 bilhão em 2002, enquanto em 2009, atingiu cerca de R$ 33 bilhões. A faixa de renda entre zero e três salários mínimos, na qual se concentra o deficit habitacional, recebia 32% dos investimentos, em 2002, chegou a 77%, em 2007, e se estabilizou em 64% em 2008 e 2009.
Segundo a análise, o desenvolvimento habitacional ocorria de maneira errática e com poucos investimentos após o fim do Banco Nacional de Habitação (BNH) – instituição pública voltado ao financiamento e à produção imobiliária, extinta em 1986.
Desde 2003, a política habitacional tem sua diretriz dada pelo Ministério das Cidades e o Conselho Nacional das Cidades após a elaboração de uma Política Nacional de Desenvolvimento Urbano, de maneira federativa e com participação e controle social. Destaque para o programa Minha Casa, Minha Vida, bandeira encampada por Lula no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e cuja sucessora, a presidente Dilma Rousseff dá prosseguimento no PAC 2.
As 11 principais regiões metropolitanas do País concentram 80% das favelas, 33% de déficit habitacional e cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB).
Os dados da análise do Ipea são do Ministério das Cidades de 2009, analisado em conjunto com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2005, e processados pela Fundação João Pinheiro.
As maiores concentrações, em números absolutos, estão no sudeste e no nordeste, com déficit total de 2,9 e 2,7 milhões de domicílios, respectivamente.
Em termos relativos, os maiores percentuais estão no norte (22,9%) e nordeste (20,6%). O déficit habitacional urbano é de 6,4 milhões de domicílios e o rural é próximo de 1,5 milhão, com destaque para o nordeste, cuja demanda se aproxima de 900 mil novas unidades habitacionais.
Na composição do déficit, chama atenção o ônus excessivo com aluguel, estando nesta situação 29% dos domicílios urbanos do Brasil. As taxas mais altas são observadas no sudeste (37,3%) e no centro-oeste (36,7%).
Para o Ipea, o déficit habitacional contrasta com o número significativo de imóveis vazios e configura realidade que impõe política específica de reforma.
- DCI, 27/10/11

Corretor de Imóveis – O Segredo do Sucesso Profissional

Com o grande crescimento de vendas que temos observado nos últimos anos no mercado imobiliário e o grande numero de profissionais migrando para o setor principalmente na área comercial em busca das grandes comissões que o mercado oferece e também em busca do sucesso profissional que muitos corretores conquistaram.

Todos corretores de imóveis gostariam de conhecer o segredo desse sucesso profissional. Mas então qual é o segredo para o sucesso profissional?

Ninguém sabe ao certo qual esse segredo, porem existem algumas características que nos podem ajudar a alcançá-lo, porem dentre todas características a mais importante é a ação, pois sem ela nenhum profissional pode colocar nenhum projeto em pratica

Todas as características seguintes podem ser aprender no curso de técnico em transações imobiliárias ou curso de vendas outras serão adquiridas no emprego e outras ainda nas suas experiências na vida pessoal ou profissional.

1. Gestão Pessoal

O primeira dica para atingir o sucesso é a gestão pessoal, é necessário melhorar a nossa gestão nas tarefas que criam mais valor. Organização, produtividade, disciplina e Desenvolvimento Pessoal constante, são hábitos obrigatórios para quem quer ter sucesso profissional.

2. Falar e Escrever bem

Você conhece algum profissional de vendas de sucesso que não saiba falar bem?, nem eu. Dominar a arte de falar em publico torna o vendedor aos olhos do cliente uma pessoa mais confiante e atrativa , com isso facilitando defender seu ponto de vista e apresentar seus serviços e propor soluções.

Escrever bem também é importante pois ajuda o profissional na hora de estruturar suas idéias e até defender sua opiniões. Uma boa dica para escrever bem é ler muito e sobre diversos assuntos

3. Capacidade de tomar decisões

A única forma de fazer com que as coisa aconteçam é agir, e para isso é necessário ter uma excelente capacidade de tomar decisões sempre se baseando nos fatos que dispomos no determinado momento. Isso não quer dizer que temos que acertar sempre, porem se ficarmos sem agir devido a uma análise excessiva e demorada é muito pior.

4. Rede de contatos

Ter uma rede de contatos é muito útil para atrair mais negócios, seja na vida pessoal ou nas redes sociais que hoje tem se tornado uma grande rede de contatos rápida procure falar sobre seus serviços, mas de forma moderada para não se tornar inconveniente. Mostre a que veio e que é um excelente profissional

5. Pensamento crítico

Hoje existe muita informação circulando e é quase impossível o profissional ter um conhecimento aprofundado de todas as áreas. Por isso, a capacidade que o profissional tem de filtrar as informações importantes e relacioná-las com as informações que já conhece, é fundamental para atingir o sucesso profissional e distinguir-se dos outros milhares de profissionais.

Estas são apenas algumas dicas para melhorar o desempenho profissional, porem há inumeráveis dicas que podem melhorar seu desempenho profissional e ajudá-lo a descobrir o segredo do sucesso profissional.

Espero que tenha contribuído para isso.

Sucesso a Todos e “Boas Vendas”

Autor: Rony de Lima Meneses
Responsável pelo Blog Marketing e Publicidade Imobiliária

Servidores de São Paulo ganham subsídio para comprar moradia

O governo do Estado de São Paulo lançou hoje o programa "Casa Paulista - Servidores Públicos Estaduais" com o objetivo de oferecer um subsídio complementar para funcionários públicos interessados em adquirir um imóvel. Em um primeiro momento o programa receberá R$ 640 milhões, provenientes do Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS).

O objetivo é atender servidores civis e militares, ativos ou aposentados, com renda familiar bruta de até R$ 3.100. O valor máximo do subsídio foi fixado em R$ 34.500,00 e deve variar de acordo com a renda familiar bruta mensal do servidor. Pelas regras estabelecidas no projeto, o interessado não poderá ter imóvel próprio ou financiamento habitacional ou ter sido atendido por outros programas habitacionais do governo do Estado.

O contemplado poderá comprar imóveis residenciais novos, usados ou na planta, com valor máximo de R$ 150 mil, no caso das regiões metropolitanas; R$ 130 mil nos municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes; R$ 100 mil nos municípios com população entre 50 mil e 250 mil habitantes; e R$ 80 mil nos municípios com população menor do que 50 mil habitantes.

Para pleitear o subsídio, o interessado precisará ter o crédito aprovado em qualquer instituição financeira, pública ou privada que opere com recursos do FGTS ou do "Minha Casa, Minha Vida".

Fonte: Agencia Estado

Preço do m² cai em alguns bairros de São Paulo, Rio e Porto Alegre


Apesar dos recuos em pontos das capitais, não há sinais de acomodação dos preços; na média geral, altas ainda são expressivas

Fabiana Holtz, da Agência Estado
26 de outubro de 2011 | 17h 13


SÃO PAULO - O valor médio do metro quadrado de imóveis novos ficou mais barato em um alguns bairros de São Paulo, Rio e Porto Alegre pela primeira vez desde 2009, quando a Ibope Inteligência iniciou a pesquisa sobre a evolução de preços no mercado imobiliário dessas capitais.Nesse quadro a exceção foi Recife, que atualmente conta com os benefícios da construção do polo industrial de Suape. No entanto, segundo Antônio Carlos Ruótolo, diretor de geonegócios do Ibope Inteligência, mesmo com o surgimento de variações negativas em alguns pontos dessas capitais não há sinais de acomodação dos preços, visto que na média geral dos quatro municípios as altas ainda são expressivas.

Ruótolo chama a atenção ainda para a discrepância de variação entre novos e usados. "Os imóveis usados tem valorizado em um ritmo mais acelerado que os novos. Essa oscilação atípica, no entanto, pode ter várias explicações, como o número insuficiente de lançamentos", explica.

Em reais, a média do preço do metro quadrado para imóveis residenciais novos em São Paulo está em R$ 6.019 (com a mínima atingindo R$ 2.071 e a máxima R$ 15.026). Para os usados essa média ficou em R$ 4.979, conforme a pesquisa. No caso do Rio de Janeiro, os indicares ficaram em R$ 6.000 e R$ 5.106. No segmento de novos, na capital carioca os valores oscilaram entre R$ 1.075 na mínima e R$ 22.639 na máxima.

Em Porto Alegre, o preço médio para imóveis novos ficou em R$ 4.501 o metro quadrado, com os usados chegando a R$ 2.922. Na capital de Pernambuco, esses valores ficaram em R$ 4.074 e R$ 3.305 o metro quadrado, respectivamente.

Fonte: Economia&Negócios - Estadão.com.br

Preços na construção civil sobem 0,2% em outubro


Segundo FGV, até outubro, o INCC-M acumula altas de 6,68% no ano e de 7,70% em 12 meses
26 de outubro de 2011 | 8h 31

Alessandra Saraiva, da Agência Estado

RIO - A inflação na construção civil ganhou força em outubro. O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), que mede a evolução de preços no setor, subiu 0,20% este mês, superior à setembro, quando avançou 0,14%. Até outubro, o INCC-M acumula altas de 6,68% no ano e de 7,70% em 12 meses. O índice representa 10% do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M).

Os preços de mão de obra também apresentaram aumento mais forte de preços, e tiveram alta de 0,16% em outubro, após subirem 0,01% em setembro. Porém, os preços de materiais, equipamentos e serviços subiram com menos intensidade, e mostraram elevação de 0,25% este mês, após avançarem 0,27% em setembro.

Entre os produtos pesquisados, as mais expressivas elevações de preço na construção civil foram apuradas em ajudante especializado (0,24%); elevador (0,59%); e refeição pronta no local de trabalho (1,09%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em condutores elétricos (-2,06%); aluguel de máquinas e equipamentos (-0,07%); e ferragens para esquadrias (-0,12%).

Fonte: Econômia Estadão.com.br

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Double Offices Santana

Empreendimento:
Double Office Santana

Descrição:
Salas Tipo com 39m² a 46m² e Duplex de 54m² a 63m².
O sucesso de sua empresa em dose dupla.

Localização: 
Rua Dr. Cesar, 1151

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Santana Private (Rua Cônego Manuel Vaz)

Empreendimento:
Santana Private

Descrição:
Apartamentos de 4 Suítes
250m² privativos

Localização:
Rua Cônego Manuel Vaz, altura nº 444

Edíficio Brasil - Um edíficio assim você nunca viu!

Empreendimento:
Edifício Brasil

Descrição:
Apartamentos de 1 e 2 dormitórios com 34, 51 e 79 m² (tipo) + cobertura 135 m².

Localização:
Rua Santo Antônio, 740

Cyrela Investirá R$ 340 mi em Projeto com Pão de Açúcar

5 Conselhos de Jobs Para Quem Quer Pensar Diferente

Preço do m² dos apartamentos sobe 1,9% em setembro, diz FipeZap

No Rio de Janeiro, a média do m² passou os R$ 7 mil pela 1ª vez desde janeiro de 2008 e chega a R$ 16 mil no Leblon

04 de outubro de 2011 | 8h 24
Hugo Passarelli, do Economia & Negócios

SÃO PAULO - Procurar um apartamento a um preço acessível continua tarefa árdua para o consumidor das principais capitais brasileiras. Em setembro, o preço médio do m² desse tipo de imóvel voltou a acelerar após quatro meses de avanço menos intenso, com alta 1,9% nas sete capitais pesquisadas pelo Índice FipeZap de apartamentos anunciados. "O ritmo de evolução dos preços é menor que o verificado no 1º semestre, mas o patamar de 2% ainda é elevado", diz Eduardo Zylberstajn, economista coordenador do índice.

"Os dados mais recentes sugerem que há uma acomodação no número de novos empreendimentos", diz Zylberstajn. Segundo ele, esse movimento é contrário ao do ano passado, quando demanda e oferta cresciam a passos largos.

O desempenho das construtoras brasileiras neste ano, explica Zylberstajn, também pode contribuir para altas relevantes do índice até o fim do ano. "As ações e os resultados das construtoras tem tido um desempenho ruim, o que faz com que elas tenham de recompor as margens de lucro, especialmente por causa do preço dos terrenos, os grandes vilões dessa alta mais recente", afirma o economista.

Em São Paulo, o valor foi de R$ 5.778, com a região do Ibirapuera/Vila Nova Conceição mantendo o posto de líder no preço por m² anunciado, com R$ 8.837. O preço médio do m² em setembro oscilou entre R$ 7.859 (Distrito Federal) e R$ 3.452 (Salvador) dentre os bairros pesquisados. Belo Horizonte fechou setembro com o m² valendo R$ 4,489, Recife, R$ 4.460, e Fortaleza, R$ 4,181. Na média das sete regiões, o preço médio atingiu R$ 5.936. No acumulado em 12 meses, o preço médio em sete capitais aumentou 29%, com Rio de Janeiro (+41%) e Recife (+30%) liderando o movimento.

Rio

A capital carioca também acumula a maior variação positiva nos nove primeiros meses do ano, de 29%. Desde o início da série, em janeiro de 2008, a alta na cidade foi de 144%. Com tais cifras, o preço médio do m² no Rio superou ainda, pela 1ª vez na série, o patamar de R$ 7 mil.

A disparidade entre os bairros também é grande na capital carioca: entre o do m² mais caro e o mais barato, há uma variação de 16 vezes - R$ 16 mil no Leblon e pouco mais de R$ 1 mil em Anchieta. Segundo o FipeZap, isso faz com que os bairros cariocas acima citados sejam, respectivamente, o mais caro e mais barato da pesquisa.

Os preços dos empreendimentos na capital carioca estão em destacada expansão desde o 2º semestre de 2009, diz Zylberstajn, principalmente por conta dos movimentos de antecipação ante a expectativa de valorização dos imóveis com os eventos esportivos de 2014 e 2016.

Lançado em fevereiro, o índice é resultado de uma associação entre a Fipe e o site Zap Imóveis dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo.

Maior, condomínio de casas é opção nas zonas leste e sul

Empreendimentos desse tipo representam menos de 4% dos lançamentos da capital e concentram-se em áreas em valorização
 
03 de outubro de 2011 | 15h 15
Gustavo Coltri, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Doze metros quadrados é o tamanho da comodidade extra de quem vive em um condomínio horizontal na capital. Com os mesmos dois dormitórios de média, conjuntos de casas são 11,86% mais amplos do que os lançamentos verticais dos últimos cinco anos. Morar em empreendimentos desse tipo, no entanto, é uma opção mais rara. Reunindo 17% dos lançamentos, eles representam apenas 3,9% das novas unidades paulistanas desde 2006 e estão principalmente nas zonas leste e sul, como mostram dados da Empresa Brasileira de Pesquisas de Patrimônio (Embraesp).

O espaço e a disposição dos cômodos foram determinantes para a bancária Roseli Maria dos Santos, de 35 anos, optar por uma casa em um condomínio no bairro Arthur Alvim, na zona leste. "A divisão é melhor do que a de um apartamento", conta a paulistana, que há um ano adquiriu o imóvel por R$ 128 mil, com benefícios do programa federal Minha Casa, Minha Vida.

Entre as regiões da cidade, a zona leste recebeu a maior parte dos novos condomínios de casas. Ela concentra quase a metade de todos os lançamentos da capital, seguida pela zona sul (veja detalhes no gráfico acima). "A ponta da zona leste chega a 35 quilômetros do centro. Nessas distâncias é possível encontrar preços de terrenos mais baratos", diz o vice-presidente de habitação do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Flavio Prando.

A lei municipal para a ocupação do solo, de 2002, explica parte do movimento do mercado, na opinião da diretora geral de vendas da imobiliária Coelho da Fonseca, Fátima Rodrigues: "No centro expandido, o lote mínimo é de 500 m², e a taxa de ocupação é de 50%. Se há um terreno de 3 mil m², é possível construir 1,5 mil m². Em lotes de 500 m², consegue-se fazer três casas, onerando muito o negócio. Já nas áreas periféricas o lote mínimo é de 150 m²".

A possibilidade de se construir em áreas reduzidas influenciou o tamanho dos horizontais. Até agosto deste ano, por exemplo, os conjuntos de casas tinham em média oito unidades - bem menos que as 65 dos lançamentos verticais no período.

Proprietário de uma marcenaria, Ronaldo Fernandes, de 34 anos, mora há três em um desses pequenos condomínios. O Villa Franca, localizado na Vila Jacuí, na zona leste, tem 18 casas. "Aqui você pode lavar seu carro, fazer churrasco, e num prédio você não tem isso", conta o microempresário, dono de uma casa de dois quartos e 88 m² .

"Os primeiros empreendimentos desse tipo, principalmente a partir de 1997, tiveram sucesso porque o paulistano tem a cultura de morar em casa", diz o diretor da Embraesp, Luiz Paulo Pompéia, que prevê: "Os horizontais ainda vão atender essa demanda por algum tempo, especialmente nas periferias".

Alto padrão. Regiões como Alto da Boa Vista e Morumbi, na zona sul, ainda recebem empreendimentos horizontais. "A lei de zoneamento prevê zonas estritamente residenciais, onde não é permitido construir verticais", diz o vice-presidente de imobiliários do Sindicato da Construção de São Paulo (Sinduscon-SP), Odair Senra.

O mercado de usados em áreas como Pacaembu e Pinheiros ou a compra de loteamentos em cidades a até 100 km da capital, como Cotia e São Roque, são opções para os mais ricos que buscam uma casa para morar. "Além de ser difícil achar uma área grande, ela tem de ser certa para cada empreendimento", diz o diretor comercial da Alphaville Urbanismo, Fabio Valle.

Pão de Açúcar estuda lançar 25 empreendimentos com construtoras

Varejista criou um braço imobiliário para ampliar a rentabilidade dos terrenos do grupo, que somam cerca de 1,5 milhão de metros quadrados
 
06 de outubro de 2011 | 18h 07
Rodrigo Petry, da Agência Estado

SÃO PAULO - O Grupo Pão de Açúcar estuda atualmente o lançamento de 25 empreendimentos imobiliários em parceria com construtoras, nos Estados de Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Pernambuco e Ceará. Segundo o CEO da GPA Malls & Properties, braço imobiliário da varejista, Caio Mattar, estes empreendimentos podem ser lançados em um prazo de dois anos.

"Nossa ideia é comprar grandes terrenos, fazer as lojas e lançar os prédios. Em sete, oito ou dez anos, teremos vários projetos em construção", disse Mattar, em entrevista à Agência Estado.

Dos 25 empreendimentos, nove estão em fase final para lançamento. Além do Thera Faria Lima Pinheiros, em parceria com a Cyrela, mais dois podem sair ainda este ano. O executivo destacou que a intenção da varejista, com a criação do GPA Malls & Properties, é ampliar a rentabilidade dos terrenos do grupo, que soma atualmente cerca de 1,5 milhão de metros quadrados.

O executivo acrescentou que a empresa busca parcerias, principalmente, com construtoras listadas em bolsa e "com forte estrutura de capital". Sobre a expansão regional, ele afirmou que a varejista sempre analisa ao menos três propostas de projeto. Ele evitou comentar as empresas com as quais estuda parceria.

Mattar destacou que, para dar maior transparência aos investidores sobre os negócios imobiliários do grupo, a GPA Malls & Properties se transformará em 2012 numa subsidiária integral da companhia. "No início de 2012, começa a operar como empresa. Hoje, ela é um centro de custos, mas estamos caminhando, até o final de 2012, para a criação da subsidiária", disse Mattar, ressaltando que a criação do braço imobiliário é para dar um foco maior à área. "Mas nossa prioridade continua sendo o varejo".

Expansão

O Grupo prevê também a abertura de 80 novas lojas em 2012, segundo Mattar. Ele disse que o plano orgânico da empresa é abrir 120 lojas anualmente, a partir de 2013. "Nessas 120 lojas, calculamos que entre 20% e 30% dos empreendimentos caibam parcerias com construtoras, para levantar nos nossos terrenos prédios comerciais, residenciais e hotéis", afirmou.

Outro filão a ser explorado nas áreas dos hipermercados e supermercados são as galerias comerciais, que atualmente geram uma receita com locação de R$ 100 milhões anualmente. A varejista conta hoje com 180 mil metros quadrados de área bruta local nas suas lojas e um total de quatro mil lojas de prestadores de serviços, como alimentação, banco, drogaria ou lotérica. "Começamos a desenvolver as galerias para potencializar a expansão do varejo, agregando soluções imobiliárias e, assim, elevando o giro dos ativos", afirmou.

Concurso premia seis “Propostas para a São Paulo de 2030”

Iniciativa do Secovi-SP e ITDP (Institute for Transportation and Development Policy) teve como objetivo estimular soluções criativas para a mobilidade urbana 21/09/2011

Os vencedores do concurso cultural “A Cidade Somos Nós – Propostas para a São Paulo de 2030” foram revelados na noite desta terça-feira, 20/9, em cerimônia realizada na sede do Secovi-SP, entidade que promoveu a iniciativa em parceria com o ITDP (Institute for Transportation and Development Policy).

O concurso teve como objetivo estimular soluções criativas e contribuir com as políticas voltadas ao adequado planejamento urbano e com o futuro das cidades. A área de intervenção proposta foi a Praça da Bandeira e suas conexões com o Largo São Francisco, Praça do Patriarca e Câmara Municipal, abrangendo um entorno de 500 metros a partir do terminal de ônibus existente no local.

De um total de 106 inscritos, a comissão julgadora selecionou seis trabalhos, que deveriam contemplar uma visão da área em um horizonte de 20 anos, abordando os aspectos de desenvolvimento e mobilidade urbana que têm como base os “10 Princípios da Mobilidade Urbana Sustentável”.

Foram premiados em dinheiro os três primeiros colocados (R$ 10.000; R$ 8.000; e R$ 5.000), além de duas menções honrosas e um destaque. Os trabalhos vencedores ficaram expostos na sede do Sindicato durante a Convenção Secovi.

Ousado nas propostas, inclusive na extensão para o sistema viário e de transporte, o projeto vencedor tem forte preocupação com acessibilidade, e imprime ênfase aos pedestres e às ciclovias. Também reconhece a importância histórica do local, além de propor construções de uso misto em espaços ociosos. Foi elaborado por José Paulo de Bem, Fernanda de Macedo Haddad e Cassia Regina Mariano. Além do prêmio em dinheiro e de um troféu, a equipe ganhou um ano de assinatura da revista Arquitetura e Urbanismo.

O segundo colocado se diferenciou pela valorização do patrimônio histórico e por se tratar de um projeto funcional, que compreende a importância da Praça da Bandeira para a capital paulista. A autoria foi de equipe formada por José Tadeu Braz (Brazhuman Corp. Engenharia), Jorge Alberto Ciancio (Opus - Oficina de Proejtos Urbanos), Fernando Romano (R2 Arquitetura), com a colaboração de Luis Antonio Seraphim (Qualitas Urbis - Consultoria em Engenharia), Beatriz Weber Fideles (arquiteta), Carlos Renato Vieira (desenhista) e PEdro Moriyama (arquiteta).

Helen Viviane Sakano, Carolina Maria Rodrigues Dias, Fernanda Lima Sakr e Guilherme Bastos Borba Costa compõem a equipe que ganhou o terceiro lugar com propostas futuristas para 2030. O trabalho valoriza espaços destinados a pedestres, propõe ciclofaixas em vias compartilhadas e terminal com uso de arquitetura ecológica. Os integrantes do grupo moram em Londres (Inglaterra).

A abordagem de um recurso natural (água), propondo a volta e a utilização dos rios como transporte, mereceu o prêmio na categoria Destaque, entregue para a equipe formada por Ricardo Corrêa da Silva, Guilherme de Almeida Rebelo, Letícia Lindenberg Lemos, Juliana de Campos Silva e Priscila Krayer.

Duas equipes foram agraciadas com menções honrosas: a primeira, composta por Rafaela Lino Izeli, Fernanda Lie Sakano, Milena Faveri Rodrigues e Natalia Cristina Calvi. O segundo trabalho contemplado com menção honrosa foi apresentado por Beatriz Carra Bertho, Gabriela Almeida Ortega, Telmo Terumi Teramoto e Ricardo Marchesini Galvão.

A comissão julgadora foi presidida pelo secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo, Miguel Bucalém, e composta por: José Police Neto, presidente da Câmara Municipal de São Paulo; Valter Luis Caldana Junior, professor do Mackenzie; Nadia Somekh, titular do Conselho Superior do IAB/SP – Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo; Paulo Julio V. Bruna, professor da FAU-USP; Luiz Frederico Rangel, coordenador Nacional dos grupos de trabalho da AsBEA - Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura; Arthur Motta Parkinson, diretor do Secovi-SP; e Roberto Adler, consultor do ITDP, no Rio de Janeiro.

Empresários revelam segredos de complexos imobiliários-turísticos

Em destaque, Riviera de São Lourenço, no litoral paulista; Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC); Reserva do Paiva, no litoral pernambucano; Quinta da Baroneza, no interior de São Paulo; e resort Fazenda Praia Canoé, na costa cearense
04/10/2011

Saiba como foram planejados e se desenvolveram estes cinco complexos formados como comunidades imobiliário-turísticas, alguns mais antigos, outros em implantação ou em planejamento. Sob a coordenação de Caio Calfat, diretores das empresas responsáveis pelos projetos de implantação destes empreendimentos revelam a evolução de seus empreendimentos em evento do Núcleo Imobiliário-Turístico e Hoteleiro do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), dia 31/10 (segunda-feira), das 8h30 às 17h30.

“Alguns passaram por sucessivas alterações provocadas, por exemplo, pela crise financeira de 2008, que ocasionou a retirada do mercado de centenas de projetos e a mudança de foco do comprador europeu para o brasileiro em alguns projetos que foram levados adiante, ou mesmo a ascensão social das classes C e B e fortalecimento da classe A, que favoreceu o desenvolvimento de resorts em bairros planejados, em destinos turísticos atraentes em torno das principais capitais do País, com foco no comprador brasileiro”, explica Calfat.

Estão confirmadas as presenças de Luiz Augusto Pereira de Almeida, presidente da Sobloco Construtora, falando sobre Riviera de São Lourenço; César Augusto Refosco, da Habitasul, que vai revelar como ocorreu a implantação do Jurerê Internacional; Luís Henrique Valverde, diretor da Odebrecht, apresentando o condomínio Reserva do Paiva; Sérgio Vieira, diretor da Espírito Santo Property Brasil, trazendo a experiência da Quinta da Baroneza; e Ayrton Aguiar Júnior, diretor da AGC Gestão Imobiliária, com o case do resort Fazenda Praia Canoé, no Ceará.

Destinada a incorporadores, profissionais de imobiliárias e de redes hoteleiras, consultores imobiliários e hoteleiros, arquitetos e demais interessados, a iniciativa conta com o apoio do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB); São Paulo Turismo; São Paulo Convention & Visitors Bureau; Sinaenco Regional São Paulo; Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB); Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea); Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (Adit Brasil); Empresa Paulista de Turismo e Eventos; Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo (ABIH); e Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Patrocínio de RCI.

Informações e inscrições: (11) 5591-1304 a 1308 ou em http://www.secovi.com.br/.

Venda de imóveis desacelera na Capital

(Jornal do Comércio - RS - Porto Alegre/RS - PÁGINA INICIAL - 10/10/2011)

Movimento de retração na Capital ainda não é motivo de preocupação, avalia o vice-presidente do Sinduscon-RS

A comercialização de imóveis novos em Porto Alegre desacelerou segundo pesquisa do Sinduscon-RS. A taxa de velocidade de vendas (relação das vendas sobre as ofertas) foi de 7,68% em agosto, resultado inferior a julho, quando o índice atingiu 8,19%. Em relação ao mesmo mês de 2010, a queda foi ainda mais acentuada se considerada a taxa de 11,81% de agosto do ano passado.

O indicador significa a comercialização de 285 unidades, uma queda de 9,52% em relação ao mês anterior, quando foram negociadas 315 unidades. Já na comparação ao ano anterior, o declínio é ainda maior, de 29,10%. Em termos acumulados no ano, de janeiro a agosto de 2011, foram negociadas 2.447 unidades, queda de 35,13% comparativamente a igual período de 2010, quando foram negociadas 3.772 unidades. A taxa média de doze meses fechada em agosto atingiu 9,80%, resultado inferior aos doze meses fechados em agosto de 2010, quando o índice foi de 14,53%, uma queda de 30,14%.

O vice-presidente e coordenador da comissão da indústria imobiliária do Sinduscon-RS, Mauro Touguinha, afirma que a desaceleração ainda não é motivo de preocupação. "Os números anteriores eram astronômicos, e o mercado não estava suportando", compara. Segundo ele, o cenário que se desenha é decorrência lógica das cerca de três décadas de estagnação seguida pelo boom imobiliário, iniciado em 2010. Explosão que, conforme ele, tem pouca relação na Capital com os empreendimentos do programa Minha Casa, Minha Vida.

Em Porto Alegre, soma-se ainda a greve dos técnicos da prefeitura no início do ano. Os empreendimentos que tiveram demora na aprovação do projeto começarão a ser lançados neste semestre, retomando o crescimento. Ele projeta estabilização da velocidade de vendas em um patamar considerado equilibrado, entre 8% e 10%, índice em concordância com a oferta de mão de obra e a estrutura dos órgãos públicos. Conforme o vice-presidente do Sinduscon, a Capital já passou por momento mais crítico durante a crise econômica de 2008, quando o indicador chegou, em fevereiro de 2009, a 4,27%.

Para o presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis (Sindimóveis-RS), Sidney Gomes, o índice reflete um período de acomodação do mercado e a velocidade de crescimento deve ser recomposta até o início de 2012. "Esse momento já se viu na cidade de São Paulo, o que nos faz acreditar em acomodação." Gomes lembra que são diversos os fatores que convergiram para a desaceleração. O ciclo de lançamento e entrega de imóveis aumentou de 30 para 48 meses devido ao déficit de mão de obra e de insumos, além da lentidão na aprovação dos projetos e a dificuldade de adaptação às mudanças do plano diretor. "Tanto isso é verdade que empresários do ramo mostram muitos lançamentos saindo do forno", comenta.

Segundo ele, em 2004, o País comemorava a marca de R$ 5 bilhões em crédito imobiliário. Sete anos depois, são R$ 82 bilhões, número representativo, apesar da parcela destinada ao programa Minha Casa, Minha Vida. Esse aumento estipulou um referencial de velocidade de vendas acima do normal. Gomes acredita que o mercado imobiliário deve permanecer em constante expansão nas próximas duas ou três décadas.

A pesquisa apontou ainda que 91,93% dos negócios realizados em agosto foram com imóveis cujo estágio de produção encontra-se na planta ou em construção e 8,07% das unidades estavam concluídas. Cenário que, conforme o Sinduscon, evidencia a credibilidade e a segurança dos compradores no tocante à aquisição de imóveis na planta ou em fase de construção.

Investir em imóveis ainda é uma boa opção

(Tribuna da Bahia - Salvador/BA - ÚLTIMAS NOTÍCIAS - 10/10/2011)

Nós brasileiros, passamos boa parte das nossas cinco últimas décadas vivenciando um ambiente econômico extremamente instável, em que não encontrávamos solidez política nem monetária nas nossas perspectivas de investimento. Neste tipo de contexto ficava difícil confiar nas aplicações via instrumentos financeiros para o longo prazo já que não tínhamos a confiança de que o nosso capital sobreviveria ao próximo plano econômico ou ao tobogã inflacionário que existia. Fomos conduzidos a priorizar o tangível, o palpável.

É aqui que entram as aplicações imobiliárias, que tiveram sua cultura passada de geração em geração e que se mantém até hoje, mesmo com um ambiente econômico muito diferente desde a adoção do plano real. Não me refiro aqui a nossa moradia ou aos imóveis que compramos pensando nos nossos sucessores (filhos ou parentes próximos), mas sim nos investimentos realizados com objetivos de renda ou valorização.
Tenho sido muito questionado por e-mails e em minhas palestras e seminários sobre a tal bolha imobiliária no Brasil. A minha resposta é a seguinte: quem estiver esperando uma bolha como a que vimos estourar em 2008 no mercado norte-americano (que até hoje não foi resolvida), ou como a que assola a Europa nesta atual crise pode pegar um banquinho e esperar.

O Brasil possui um alto índice de déficit habitacional (pessoas sem moradia) e a nossa alavancagem de financiamentos imobiliários sobre o PIB trabalha próximas aos 10% (bem distante dos quase 80% que assustam as avaliações na Europa e nos Estados Unidos). Em quase todas as cidades que avalio ou que tenho a chance de palestrar, o sentimento é unânime: nos últimos anos o preço dos imóveis subiu muito e não pararam até então. A explicação parte das facilidades atuais de crédito. Nos anos 90, uma pequena parte da população conseguia comprar imóveis de R$500.000, hoje com os financiamentos em 30 anos essa parcela subiu consideravelmente.
Todos nós sabemos que os bancos e as construtoras não iriam perder a chance de subir o preço dos juros e dos próprios valores dos imóveis num cenário com demanda crescente por novas unidades.

Então, é interessante investir em imóveis? A minha resposta é: talvez. As boas margens nas aplicações imobiliárias se definem como em qualquer outra aplicação, no momento da compra. Se você possuir know how para construir ou participar de um grupo que tenha esse objetivo, provavelmente terá bons resultados se fundamentado em um planejamento adequado.

Caso não tenha essa opção, a famosa compra na planta pode não se concretizar em bons resultados financeiros, afinal 100% de rendimento em cinco anos (média apurada para o tipo de investimento) pode ser conseguido em outras aplicações ligadas ao setor como os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). Temos que ter em mente que um imóvel físico, possui risco de vacância, depreciação, altos impostos, taxas de corretagens elevadas, etc. Nesse contexto de tantas variáveis é preciso certa dose de experiência para não deixar de ganhar dinheiro (fique atento aos leilões e tenha bons corretores trabalhando para você).

As maiores dificuldades de ganho estão na parcela de investidores que querem ganhar no aluguel. Se o imóvel não for um bom empreendimento comercial, as chances de você ganhar menos do que a caderneta de poupança nos aluguéis mensais (que tem alta tributação) são altíssimas (tenha em mente que quanto mais caro for o imóvel, menor será o % dele no aluguel). Verifique se você não encontra taxas melhores nos fundos de investimento imobiliários antes de se decidir, pois a pior característica das aplicações imobiliárias é que não permitem os juros compostos na rentabilidade acumulada.

Caso não seja um expert no assunto ou não tenha tido a sorte de comprar um terreno ou imóvel que sofrerá forte valorização indireta devido ao crescimento da cidade ou a novos empreendimentos, sugiro que caminhe junto com um especialista e faça sempre contas na ponta do lápis para avaliar a atratividade. O importante é ter uma boa aplicação patrimonial e não investir por falta de opção, afinal os tempos mudaram e as ferramentas financeiras para o setor estão cada vez mais interessantes e rentáveis. Fique atento e construa seu patrimônio de forma sólida e duradoura.

6 dicas para reconquistar o cliente

A pior coisa que pode acontecer para nosso negócio é um cliente insatisfeito. Mais grave ainda se esse cliente for assíduo.

A perda de confiança, conseqüência de um mau comportamento, pode ser reconquistada depois de um período de boas ações. Quando um mau comportamento é seguido por declarações enganosas, nunca mais se reconquista a total confiança dos clientes.

Geralmente, os primeiros a aparecer em cena depois de um desastre são os funcionários de relações publicas. Não importa o quão bom eles sejam, se esquivar é bem diferente do que falar diretamente sobre o problema.

Reconquistando a confiança

Passos importantes para reconquistar a confiança:

1. Reconhecer a gravidade do problema. Ignore a seriedade do problema e você verá que, inevitavelmente, a desconfiança do cliente pode se tornar fatal.

2. Atente-se. É preciso entender que existe um tempo limite para reagir.

3. Peça desculpas. Os clientes perdoam os erros honestos. Eles podem perdoar até mesmo a incompetência mais alarmante se você admiti-la instantaneamente. Além disso, deixe bem claro como você está reorganizando suas políticas e processos para certificar-se que isso não ocorrerá novamente.

4. Não fique na defensiva. Nunca diga: "mas você tem que entender" ou "essas circunstâncias estão fora do nosso controle". Apenas diga "realmente cometemos um erro, desculpe-nos não irá acontecer de novo".

5. Ofereça um presente. Se adequado, encaminhe algo que reafirme a sinceridade do seu pedido de desculpas. Uma oferta econômica demonstra ao cliente que você realmente está falando sério e que esse pedido de desculpas não é somente uma simples rotina da área de relações públicas.

6. Prometa e cumpra. Se esforce ao máximo para cumprir a promessa de que haverá uma melhora no comportamento.

Fique atento, pois essas táticas serão mais eficazes se, antes do desastre, a empresa já dispuser de alto prestígio no relacionamento com o cliente. Uma boa reputação de seus clientes é vital para seu sucesso a longo-prazo. Não apenas porque ela ajuda os negócios em períodos de estabilidade, mas também, por ser a chave para restaurar sua credibilidade quando houver problemas na prestação de serviços, erros e outras crises que provavelmente serão vivenciadas por qualquer empresa. Não importa o quão boa e grande seja, a vitalidade dos negócios é construída através da confiança.

“Para qualquer empresa recuperar a confiança do cliente é necessário, primeiramente, tê-la conquistado alguma vez.”

As dicas são de Don Peppers e Martha Rogers Ph.D., fundadores do Peppers and Rogers

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Os preços insanos dos imóveis no Rio

(Portal Exame - São Paulo/SP - SEU DINHEIRO - 06/10/2011)

João Sandrini

Os apartamentos mais cobiçados na orla da zona sul chegam a ser negociados por 50.000 reais o m² - um exagero ao alcance apenas dos multimilionários

Alexandre Accioly em seu apartamento no Cap Ferrat: o prédio mais caro do Rio

São Paulo - Uma mistura de glamour histórico, belezas naturais, noites agitadas e espaço reduzido transformaram a zona sul do Rio de Janeiro na região mais valorizada do mercado imobiliário brasileiro. O preço médio dos imóveis no Leblon supera 16.000 reais o metro quadrado, mas, em prédios de altíssimo padrão na orla, já foram fechadas transações por mais de 50.000 reais o m².

Para entender o que faz alguns multimilionários desembolsarem caminhões de dinheiro para morar ali, EXAME.com conversou com Frederico Judice Araujo, diretor da Judice & Araujo, uma imobiliária especializada em empreendimentos de altíssimo padrão que se transformou em representante exclusiva da Christie's no Rio de Janeiro. A seguir, ele revela quais são os imóveis mais cobiçados do estado: "Toda a orla do Rio de Janeiro é disputadíssima, mas não é do Recreio dos Bandeirantes até o Leme que as pessoas estão dispostas a pagar fortunas para morar. Leblon e Ipanema são a primeira opção de praticamente todo mundo que tem dinheiro. As duas vias mais valorizadas desses bairros são a Delfim Moreira e a Vieira Souto, que estão na orla. À beira-mar, o preço médio de um apartamento alcança 30.000 reais por m². Isso quer dizer que um imóvel de 300 m², por exemplo, custa 9 milhões de reais se estiver em bom estado.

Esse é apenas o valor médio. No condomínio mais valorizado da cidade, o Cap Ferrat, um imóvel de 600 m² chega a ser vendido por mais de 30 milhões de reais, ou 50.000 reais por m². Esse prédio não é novo, foi construído na década de 1980, mas reúne tudo que uma pessoa com dinheiro deseja. Como há apenas um apartamento por andar, a privacidade é garantida. A estrutura de segurança e de garagens é excelente. Só não há espaço para área de lazer.
Por questões de segurança, não posso revelar quem mora no edifício, mas há diversos grandes empresários. [nota de EXAME.com: entre moradores e ex-moradores do Cap Ferrat, estão André Esteves (BTG Pactual), Júlio Bozano (Bozano Simonsen), Alexandre Accioly (dono de academias, restaurantes e boates), Arthur Sendas (Sendas) e Sérgio Naya (ex-deputado e responsável pela construção do edifício Palace 2, que desabou na Barra da Tijuca).

O segundo edifício mais valorizado da cidade é o Juan Les Pins. O preço e as características são quase as mesmas do Cap Ferrat, mas o edifício é um pouco mais antigo. Em ambos, entretanto, os proprietários sempre costumam fazer alguma reforma após a compra para deixar o imóvel com a própria personalidade. Não consigo pensar em nada mais caro que esses dois prédios no Brasil.

Para quem prefere morar em uma casa, a região mais valorizada é uma área do Leblon conhecida como Jardim Pernambuco. Devido às limitações de espaço inerentes ao bairro, os terrenos desses imóveis nem são tão grandes. Em média, são espaços de 600 a 700 m² com uma área construída de 500 m². Além da localização, o fato de se tratar de um condomínio fechado com forte segurança justifica que as pessoas paguem ao menos 10 milhões de reais para morar ali. Em uma transação realizada no ano passado, um imóvel alcançou o preço de 25 milhões de reais.

São Paulo: 30% dos imóveis alugados são para fins comerciais

São Paulo - Um levantamento realizado pela Lello revelou que mais de 30% dos imóveis alugados na cidade de São Paulo são comerciais. Para chegar a estes resultados, foram analisados os dados do segundo trimestre deste ano.

Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, a pesquisa revela que os novos contratos de aluguel comercial registraram expansão de 16%. Em relação ao valor médio do aluguel, a pesquisa indicou R$ 3,5 mil nas novas locações.

Sobre as locações

Ao analisar as novas locações do período, nota-se que as salas e os conjuntos comerciais foram responsáveis por 41% dos contratos. Em seguida, aparecem as casas comerciais, com participação de 26%, e os salões, com 15%.

Já as lojas representaram 10%, enquanto os galpões e terrenos participaram com 6% e 2%, respectivamente.

Sobre a finalidade da locação, 35% dos imóveis comerciais foram destinados à instalação de clínicas médicas, odontológicas e de estética, 22% para escritórios de representação comercial, contabilidade e advocacia, outros 22% para lojas de rua, 8% para estabelecimentos de alimentação como lanchonetes e restaurantes, e 4% para instituições de ensino.

Localização

Entre as regiões da capital paulista, Moema e Mooca lideraram a procura para locação de consultórios médicos e escritórios, seguidas pelas áreas da Vila Mariana e de Santana.

“O setor de imóveis comerciais está em alta e a rentabilidade do aluguel, para quem compra unidades com este perfil para fins de locação, tende a ser maior proporcionalmente do que no caso dos imóveis residenciais”, finalizou a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes.

Fonte: InfoMoney