De São Paulo
As vendas contratadas da Brasil Brokers devem ter incremento de 20% a 25% em 2011, conforme o presidente do grupo, Sergio Freire. A meta era crescer 20% ante os R$ 16 bilhões do ano passado. Durante o ano, a comercialização de lançamentos teve expansão em proporção maior que a de imóveis usados. Interessada em aumentar sua atuação no mercado secundário, ou de usados, a empresa assinou, recentemente, dois memorandos de entendimento referentes a potenciais aquisições de imobiliárias focadas no segmento.
No quarto trimestre, a maior empresa do setor de corretagem imobiliária no critério de vendas contratadas sentiu redução no ritmo de comercialização de lançamentos no quarto trimestre. Até setembro, em média, 75% de cada lançamento era vendido entre 30 e 60 dias, parcela que caiu para 40%. A redução da velocidade de vendas resultou do aumento da oferta e da maior cautela de consumidores que, diante dos preços elevados, se preocupam se os valores poderão cair, segundo o executivo.
Na cidade de São Paulo, as vendas de imóveis novos devem fechar o ano no patamar de 32 mil unidades, 11% abaixo das 36 mil unidades comercializadas em 2010, de acordo com o Secovi-SP, o Sindicato da Habitação. Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, a redução deve-se à desaceleração do crescimento econômico. Os lançamentos devem somar 38 mil unidades, volume próximo ao de 2010. Para os próximos anos, Petrucci estima vendas anuais de 30 mil unidades a 33 mil unidades e lançamentos de 35 mil unidades a 40 mil unidades. (CQ)
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