DE SÃO PAULO - Os bancos oferecem dois sistemas de financiamento para o crédito imobiliário. O mais usado é o SAC (Sistema de Amortização Constante).
O outro sistema, menos comum, é o que usa a Tabela Price. As parcelas são fixas e começam menores do que as do SAC -por isso a aprovação do crédito é mais fácil.
No início pagam-se mais juros do que se amortiza do saldo devedor. Como a taxa de juros é computada sobre o saldo devedor, demora-se mais para pagar e, com isso, gasta-se mais com juros.
Em financiamentos nesse sistema, o montante de juros abatido com a quitação antecipada costuma ser maior, argumenta o professor José Vieira Dutra Sobrinho.
Já no SAC, os juros incindem sobre o saldo devedor, que diminui à medida que as parcelas são pagas.
Dessa maneira, os juros acompanham esse movimento.
O outro sistema, menos comum, é o que usa a Tabela Price. As parcelas são fixas e começam menores do que as do SAC -por isso a aprovação do crédito é mais fácil.
No início pagam-se mais juros do que se amortiza do saldo devedor. Como a taxa de juros é computada sobre o saldo devedor, demora-se mais para pagar e, com isso, gasta-se mais com juros.
Em financiamentos nesse sistema, o montante de juros abatido com a quitação antecipada costuma ser maior, argumenta o professor José Vieira Dutra Sobrinho.
Já no SAC, os juros incindem sobre o saldo devedor, que diminui à medida que as parcelas são pagas.
Dessa maneira, os juros acompanham esse movimento.
PERFIL - Mas para que tipo de cliente cada sistema é ideal? Varia conforme o tempo que a pessoa demora para quitar a dívida e a parcela com que pode arcar, explica o professor de finanças Samy Dana, da Fundação Getulio Vargas.
Se a pessoa pode gastar mais no início, o SAC é mais indicado por amortizar a dívida desde o princípio.
Porém, se a pessoa precisa de parcelas fixas menores desde o começo do plano, pode optar pelo sistema Price e tentar antecipar parcelas à medida do possível.
Fonte: Folha de S. Paulo - 18/09/2011
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