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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Zoom Paulista (Rua Paim - Bela Vista)
A Rua Paim vai se transformar.
E vai mudar o cenário da sua vida.
Apartamentos de 1 e 2 dormitórios, com 38, 39 e 64 m².
À 150 metros do Shopping Frei Caneca.
Marcadores:
9 de Julho,
Consolação,
Frei Caneca,
Rua Augusta,
Rua Paim,
Shopping Frei Caneca
Edifício Brasil (Consolação)
Descrição:
Apartamentos de 1 e 2 dormitórios com 34, 51 e 79 m² (tipo) + cobertura 135 m².Localização:
Rua Santo Antônio, 740
Realização:
WZARZUR
Projeto Paisagístico:
Martha Gavião
Projeto de Arquitetura:
Franco e Fortes
Projeto de decoração:
Marcelo Rosenbaum+Studio Guto Requena
Marcadores:
(tipo),
135 m²,
40 Apartamentos de 1 e 2 dormitórios,
51,
cobertura,
com 34,
e 79 m²,
Marcelo Rosenbaum,
Rua Santo Antônio,
Studio Guto Requena,
WZARZUR,
WZARZUR Martha Gavião Franco Fortes
‘Não temos bolha,o mercado vai continuar aquecido’
✽ Análise: Ana Maria Castelo
O crédito imobiliário continua aumentando e a renda do brasileiro também.
O mercado deve continuar aquecido. Nesse primeiro semestre, as vendas realmente desaceleraram não só em São Paulo, como também em Porto Alegre e Belo Horizonte.
E a queda começou antes do agravamento da crise mundial.
O crédito imobiliário continua aumentando e a renda do brasileiro também.
O mercado deve continuar aquecido. Nesse primeiro semestre, as vendas realmente desaceleraram não só em São Paulo, como também em Porto Alegre e Belo Horizonte.
E a queda começou antes do agravamento da crise mundial.
Ao contrario do que aconteceu em 2008, a desaceleração desta vez foi causada por fatores internos. O que acontece e que a demanda estava muito aquecida no ano passado. A expansão do credito dos últimos anos deu-se de forma muito rápida, o que pressionou o mercado imobiliário. Assim, alem de a base de comparação ser muito elevada, os preços dos imóveis subiram muito. Não chega a ser uma bolha, pois esse termo é aplicado a casos em que o crescimento do mercado se torna insustentável e tanto a demanda como os preços desabam.
O mercado acelerado puxou também o custo de construção: o Índice Nacional do Custo da Construção (INCC-M) cresceu 7,71% em 12 meses ate agosto. O custo da mão de obra na construção ficou 11,13% mais caro no período. Nosso mercado está aquecido e tende a continuar crescendo. A renda do brasileiro ainda cresce, mas o comprometimento da renda com financiamentos estabelece novos limites. O mais provável e que as famílias ficaram mais cautelosas diante do valor elevado dos imóveis. A maioria dos compradores ainda depende de credito. E o financiamento passa a comprometer demais a renda.
É improvável que os preços caiam, mas eles não vão mais subir como vinham subindo. Mas o mercado não vai sofrer nenhuma mudança radical, a não ser que o cenário mude e haja recessão. Os dados que temos hoje mostram que as premissas continuam as mesmas dos últimos anos: o País continua crescendo em termos econômicos e demográficos.
Temos oferta de credito, emprego e renda em alta. E milhares de famílias com disposição de pagar por um imóvel novo.
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia - 31/08/2011
Fonte: O Estado de São Paulo - Economia - 31/08/2011
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bolha no mercado de imóveis brasileiro
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Veja o preço dos lançamentos residenciais por bairro em SP
O Jardim Europa, bairro nobre na zona oeste de São Paulo, tem os lançamentos residenciais mais caros da capital paulista, segundo levantamento do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). O valor médio do metro quadrado de área útil no local chegou a R$ 17.887,21 em junho.
O valor na Vila Madalena (zona oeste), em Moema (zona sul) e em Higienópolis (região central) também supera R$ 10 mil (veja tabela abaixo).
Na média, o preço do metro quadrado de área útil dos imóveis novos residenciais na capital paulista subiu 8,6% em junho, considerando a média do valor nos últimos 12 meses, ante dezembro, seguindo a mesma metodologia desenvolvida pela entidade. No mesmo período, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) teve alta de 5,6%.

Fonte: Folha de São Paulo
O valor na Vila Madalena (zona oeste), em Moema (zona sul) e em Higienópolis (região central) também supera R$ 10 mil (veja tabela abaixo).
Na outra ponta, Anhanguera, na zona norte --no limite com os municípios de Santana do Parnaíba, Cajamar e Caieiras-- tem o menor valor (R$ 2.236,51), de acordo com a pesquisa.
Na média, o preço do metro quadrado de área útil dos imóveis novos residenciais na capital paulista subiu 8,6% em junho, considerando a média do valor nos últimos 12 meses, ante dezembro, seguindo a mesma metodologia desenvolvida pela entidade. No mesmo período, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) teve alta de 5,6%.

Fonte: Folha de São Paulo
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preço dos lançamentos residenciais por bairro SP
Preço do imóvel se aproxima do teto, diz Secovi-SP
A valorização imobiliária na capital paulista deve continuar, porém de forma mais tênue, na avaliação do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo, ficando mais próxima dos índices de inflação.
O preço do metro quadrado de área útil dos imóveis novos residenciais na capital paulista subiu 8,6% em junho, considerando a média do valor nos últimos 12 meses, ante dezembro, seguindo a mesma metodologia desenvolvida pela entidade. No mesmo período, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) teve alta de 5,6%.
O preço do metro quadrado de área útil dos imóveis novos residenciais na capital paulista subiu 8,6% em junho, considerando a média do valor nos últimos 12 meses, ante dezembro, seguindo a mesma metodologia desenvolvida pela entidade. No mesmo período, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) teve alta de 5,6%.
Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, justifica a necessidade de uma média ponderada por um período tão longo para evitar distorções pontuais e ressalta que "é preciso tomar cuidado para comparar coisas comparáveis". Na capital paulista, por exemplo, o preço do metro quadrado do lançamento variava entre R$ 2.236,51, em Anhanguera, na zona norte, no limite com os municípios de Santana do Parnaíba, Cajamar e Caieiras, e R$ 17.887,21 no Jardim Europa, na zona oeste.
DESACELERAÇÃO
O percentual mostra a desaceleração nos preços, já que, ao longo do ano passado, comparando os meses de dezembro de 2010 com 2009, o aumento havia sido de 27,7%.
"A redução nas vendas mostra que os preços estão batendo no teto", afirmou o presidente do Secovi-SP, João Crestana, referindo-se à diminuição de 31,3% nos imóveis comercializados no primeiro semestre deste ano na cidade ante igual período em 2010. Na região metropolitana, a queda chegou a 28%.
Ponderando sobre os dados de valorização imobiliária, Petrucci fez questão de destacar que a maior parte das unidades ainda é vendida para quem está comprando o seu primeiro imóvel, logo tem a intenção de morar nele por dez, quinze anos. A importância dos investidores para esse mercado, que querem lucrar com o negócio num intervalo curto, ainda é pequena --o que é saudável, na sua opinião.
O perigo de concentrar as vendas nesse público, ressalta, é que as moradias de um empreendimento sejam devolvidas ao incorporador caso o investidor não consiga a valorização almejada durante a obra, tornando um lançamento inicialmente bem sucedido em um problema para a empresa.
Fonte: Folha de São Paulo
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preço do imóvel teto
Vida de Corretor - Capítulo 2
É com imenso prazer que abrimos os trabalhos no blog: Saladyno - Corretor de Imóveis.
Tentarei passar aqui todas as novidades sobre o mercado de imóveis e suas abrangências, novas tendências, assim como notícias sobre os principais fatores que fazem um imóvel valorizar.
Defendo a idéia que estamos sofrendo uma retomada de crédito para o mercado imobiliários. E não, não estamos em vias de viver uma bolha imobiliária. Com o tempo, debateremos sobre o assunto.
Meus mais sinceros votos de estima e apreço à Glaucio Souto (Hermes da Abyara).
Boa parte do profissional que sou hoje, é de sua responsabilidade. Obrigado pela compreensão "chefe" nesta minha nova jornada!
Tudo de bom,
Tentarei passar aqui todas as novidades sobre o mercado de imóveis e suas abrangências, novas tendências, assim como notícias sobre os principais fatores que fazem um imóvel valorizar.
Defendo a idéia que estamos sofrendo uma retomada de crédito para o mercado imobiliários. E não, não estamos em vias de viver uma bolha imobiliária. Com o tempo, debateremos sobre o assunto.
Meus mais sinceros votos de estima e apreço à Glaucio Souto (Hermes da Abyara).
Boa parte do profissional que sou hoje, é de sua responsabilidade. Obrigado pela compreensão "chefe" nesta minha nova jornada!
Tudo de bom,
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hermes abyara elite saladyno
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